O Democratize iniciou uma campanha de financiamento coletivo para o documentário ‘Ocupar e Resistir’, acompanhando a luta dos estudantes…

Você pode — e deve — investir em um documentário sobre as escolas ocupadas

Você pode — e deve — investir em um documentário sobre as escolas ocupadasO Democratize iniciou uma campanha de financiamento coletivo para o documentário ‘Ocupar e Resistir’, acompanhando a luta dos estudantes…


Você pode — e deve — investir em um documentário sobre as escolas ocupadas

Foto: Felipe Malavasi/Democratize

O Democratize iniciou uma campanha de financiamento coletivo para o documentário ‘Ocupar e Resistir’, acompanhando a luta dos estudantes secundaristas em São Paulo. Como agência independente, a nossa única ajuda pode partir de vocês: leitores e apoiadores da jornada dos estudantes. Vamos ajudar?

(Clique aqui e invista no documentário Ocupar e Resistir)


A Agência Democratize, que tem apenas cinco meses de existência, mostrou para que veio: confrontar o modelo existente nos veículos de comunicação, apresentando uma nova abordagem sobre jornalismo e política. Desde o começo temos acompanhado diversos temas buscando uma maneira independente e diferencial de abordagem, seja com a chacina em Osasco no mês de agosto, ou a política em Brasília. Com a luta dos estudantes secundaristas em São Paulo não poderia ser diferente.

Mas, caso você ainda não conheça o nosso trabalho, vamos nos apresentar novamente.

O Democratize é formado por profissionais e entusiastas da comunicação: seja escritor, fotógrafo, jornalistas ou apenas indivíduos interessados em construir uma outra forma de fazer comunicação. São cerca de 20 pessoas que integram a agência, que desde o seu começo tem buscado uma forma inovadora de trabalho, fugindo do modo tradicional de se fazer jornalismo.

Não somos um coletivo, e muito menos um veículo tradicional. Somos uma cooperativa de comunicação, onde não existe hierarquia. Nosso objetivo para 2016 é funcionar exatamente como uma agência controlada por seus próprios ‘funcionários’, dividindo igualmente o trabalho e seu resultado financeiro.

Em um país onde um fotógrafo ganha R$10 por foto, sendo que para ter esse click ele pode ser arriscado a sua integridade física, ou ter tido gastos com passagem e alimentação, a nossa ideia é radical. Na agência, nosso objetivo para o próximo ano é que o fotógrafo determine o que deve ganhar ou não pela pauta realizada. Para os nossos jornalistas e escritores, não é diferente.

Por isso a luta dos secundaristas nos conquistou desde o começo, e por isso temos a acompanhado. A jornada dos estudantes apresenta um novo modelo de se fazer política, com traços dos protestos de junho de 2013, e com uma nova cara do que pode ser o nosso país nos próximos anos. Nós também. Não queremos mais um jornalismo onde não existem questionamentos, ou onde o lucro vale mais do que a notícia e a veracidade da informação. Muito menos onde o profissional da comunicação não é valorizado pelo seu trabalho. Democratizar a comunicação é a principal tarefa do Democratize. Assim como democratizar a Educação é a principal tarefa dos secundaristas em sua luta contra a reorganização autoritária promovida por um governo onde o diálogo é apenas soltar bombas em adolescentes para liberar o trânsito.

Para fazer o documentário dar certo, sem apoio algum de produtoras ou de veículos tradicionais, precisamos da ajuda de vocês: pessoas comuns, trabalhadores e estudantes.

Acompanhamos desde o começo a jornada dos estudantes em São Paulo. Nos primeiros dias de ocupação, estivemos no front na E.E. Fernão Dias Paes. A primeira escola ocupada em Osasco, a E.E. Heloisa Assumpção, é a nossa cereja do bolo: estivemos lá quando houve o risco de reintegração; quando os alunos resolveram ajudar os colegas da E.E. Coronel Antônio Paiva a ocupar a escola; conhecemos o dia-a-dia, a divisão de trabalho e tarefas, a relação entre os alunos ocupantes.

Não são apenas as duas. Gavião Peixoto, Caetano de Campos, Maria José e tantas outras escolas. Fizemos o que a mídia tradicional não fez — e a que fez ainda apagou o trabalho por pedidos superiores: conhecemos a rotina e a vivência desses secundaristas, entendemos o seu necessário protagonismo sobre sua luta, e nos apaixonamos por tudo isso.

Agora, cerca de 4 escolas estão ocupadas em Goiás — e o movimento pode crescer ainda mais. Nosso objetivo é viajar ao Chile e conhecer também a história por trás da luta dos estudantes que inspiraram os nossos alunos.

Nós contamos com o seu apoio para que esse documento histórico seja exibido na periferia, no Centro, e até mesmo em festivais e fora do Brasil. Precisamos que você ajude, seja investindo ou compartilhando, para que isso tudo fique para a história.

Vamos ajudar?

(Clique aqui e invista no documentário Ocupar e Resistir)

By Democratize on December 13, 2015.

Exported from Medium on September 23, 2016.

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