Divulgado pelo Wikileaks neste domingo (03), lista revela contas ocultas de políticos e empresários. Batizado de “Panama Papers”, o…

Favorito do grupo pró-impeachment no Brasil, Macri aparece na lista de contas ocultas no Panamá

Favorito do grupo pró-impeachment no Brasil, Macri aparece na lista de contas ocultas no PanamáDivulgado pelo Wikileaks neste domingo (03), lista revela contas ocultas de políticos e empresários. Batizado de “Panama Papers”, o…


Favorito do grupo pró-impeachment no Brasil, Macri aparece na lista de contas ocultas no Panamá

Foto: Fotos Públicas

Divulgado pelo Wikileaks neste domingo (03), lista revela contas ocultas de políticos e empresários. Batizado de “Panama Papers”, o presidente argentino Mauricio Macre aparece na relação de nomes. Macri é visto por grupos como o Movimento Brasil Livre, de Kim Kataguiri, como “exemplo a ser seguido no Brasil”.

O Wikileaks, do ativista Julian Assange, divulgou na tarde deste domingo a “Panama Papers”, lista de políticos e empresários com contas ocultas no Panamá, tradicional paraíso fiscal.

O caso conta com mais de 11,5 milhões de documentos, vindos do sistema da Mossack Fonseca, a quarta maior sociedade offshore do mundo, com sede no Panamá, e revelam como a empresa ajudou nos últimos 40 anos alguns de seus clientes a lavar dinheiro.

Um dos casos que mais chamou a atenção no Panama Papers foi o do atual presidente argentino, Mauricio Macri, considerado por diversas vezes um “exemplo a ser seguido” no Brasil, pelo movimento pró-impeachment MBL, de Kim Kataguiri.

Conforme relatado no jornal La Nación, Macri esteve a cargo de uma empresa offshore com seu pai, Mariano Franco, e seu irmão desde 1998. Registrada nas Bahamas como Fleg Negociação LTD., trabalhou até 2009, quando o atual presidente era chefe de Buenos Aires.

Os registros ainda indicam 107 novas offshores ligadas a citados na Lava Jato, segundo o blog do jornalista Fernando Rodrigues. Um dos políticos citados é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).

Mas nacionalmente, o que mais surpreendeu de fato foi a indicação de que o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, não teria pago imposto em Miami, onde tem um apartamento. À época em que adquiriu um apartamento em Miami, em 2012, Barbosa era relator do processo do mensalão. O magistrado usou na compra uma companhia offshore criada pela Mossack, a Assas JB1 Corp. O expediente é legal e comum entre estrangeiros.

By Democratize on April 3, 2016.

Exported from Medium on September 23, 2016.

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