Antônio Imbassahy, deputado federal do PSDB, foi acusado de supertafuramento no metrô de Salvador em 1999, quando era prefeito da capital…

Deputado acusado de superfaturamento é visto com Aécio no protesto em São Paulo

Deputado acusado de superfaturamento é visto com Aécio no protesto em São PauloAntônio Imbassahy, deputado federal do PSDB, foi acusado de supertafuramento no metrô de Salvador em 1999, quando era prefeito da capital…


Deputado acusado de superfaturamento é visto com Aécio no protesto em São Paulo

Foto: Wesley Passos/Democratize

Antônio Imbassahy, deputado federal do PSDB, foi acusado de supertafuramento no metrô de Salvador em 1999, quando era prefeito da capital. Imbassahy, mesmo acusado de corrupção, foi vice-presidente da CPI da Petrobras no Congresso, e esteve com o senador Aécio Neves no protesto “contra a corrupção” em São Paulo, neste domingo (13).

Mesmo ignorado pelas lentes e pelo foco da grande mídia, o deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB) não passou despercebido pela Agência Democratize.

O tucano, acusado de corrupção quando prefeito de Salvador (BA), esteve lado-a-lado com o senador Aécio Neves no protesto pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) e “contra a corrupção”, neste domingo em São Paulo.

Em 2015, o TCU (Tribunal de Contas da União) detectou sobrepreço de ao menos R$166 milhões, em valores da época, e responsabilizou gestores indicados por Imbassahy, além das empresas envolvidas, as mesmas que agora estão sendo investigadas pelo tucano na CPI.

Não por acaso, hoje consideradas “inimigas” pela oposição tucana, as empresas envolvidas no caso foram a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e a já polêmica Siemens, responsável também por caso de corrupção no governo tucano de São Paulo.

Foto: Wesley Passos/Democratize

Documentos apreendidos na época ainda apontavam, segundo investigação, que foi formado um consórcio oculto com outras empreiteiras que também participavam das obras: Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Constran e Alstom — a última também figura conhecida pelos tucanos em São Paulo.

Nas eleições de 2014 para o Congresso Nacional, o deputado tucano recebeu doações de R$30 mil da Braskem, empresa ligada à Odebrecht, R$250 mil da OAS e R$76,8 mil da UTC.

Mesmo com o nome sujo, o “amigo de Aécio” faz parte de um grande grupo no Congresso que tenta ao máximo forçar a votação pelo impeachment da presidenta Dilma nas próximas semanas.

Líder do PSDB na Câmara, Imbassahy disse ao G1 na semana passada: “Eu já estou tomando providência para ir conversando com líderes de partidos que apoiam a presidente Dilma. Até porque, dentro desses partidos, já tem muitos deputados insatisfeitos”, disse em relação a convencer congressistas da base de apoio ao governo a forçar a votação pelo impeachment.

Barrados no Baile

A “trupe tucana” se reuniu no Palácio dos Bandeirantes para então se dirigir ao palco da manifestação deste domingo em São Paulo, na Avenida Paulista.

Além de Aécio Neves e o deputado Imbassahy, o governador Geraldo Alckmin e o senador Aloysio Nunes também faziam parte da trupe. Ao contrário do que a oposição esperava, os tucanos foram recebidos com vaias e gritos na manifestação. Ficaram por apenas meia hora na Paulista, e acabaram abrindo mão de realizar discursos no carro de som do Movimento Brasil Livre.

By Democratize on March 15, 2016.

Exported from Medium on September 23, 2016.

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