Não tem sido dias fáceis para o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Em evento contra a violência policial na Faculdade de Direito no Largo S…

Alckmin é vaiado e chamado de ‘assassino’ em faculdade de direito

Alckmin é vaiado e chamado de ‘assassino’ em faculdade de direitoNão tem sido dias fáceis para o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Em evento contra a violência policial na Faculdade de Direito no Largo S…


Alckmin é vaiado e chamado de ‘assassino’ em faculdade de direito

Foto: Alice V/Democratize

Não tem sido dias fáceis para o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Em evento contra a violência policial na Faculdade de Direito no Largo São Francisco (FDUSP), o governador tucano e seu secretário de Segurança, Alexandre de Moraes, foram vaiados e chamados de assassinos por estudantes.

O “Ato Contra a Violência da Polícia Militar”, convocado por organizações e pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, foi realizado nesta segunda-feira (22) na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, no Centro da capital.

Além de representantes da União Estadual dos Estudantes (UEE) e da UPES, União Paulista dos Estudantes Secundaristas, também marcaram presença o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) e a deputado estadual e cantora Leci Brandão, do PCdoB.

Por acaso, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e seu secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, também estavam no prédio da faculdade de direito. Considerados por ativistas como os principais responsáveis pela escalada da violência policial contra o direito de livre manifestação, os estudantes esperavam ambos saírem do prédio para protestar contra a política de repressão do governo estadual.

Com gritos de “assassino” e muitas vaias, o governador tucano ignorou completamente os estudantes.

Veja no vídeo abaixo, gravado pela equipe da Rede TVT:

Só neste ano, quase 50 pessoas ficaram gravemente feridos por conta da repressão policial contra as manifestações do Movimento Passe Livre, em janeiro. Movimentos sociais e organizações de direitos humanos como a Anistia Internacional já demonstraram grande preocupação com os direitos constitucionais em São Paulo, já que a Secretaria de Segurança Pública agiu com a intenção de “ditar trajeto de manifestações”, passando por cima da Constituição Federal.

Outra polêmica envolvendo tanto o governador quanto o seu secretário foi a chacina cometida por policiais militares em agosto do ano passado, quando mais de 20 pessoas foram assassinadas na região oeste da Grande São Paulo. As investigações foram “sabotadas” pela Polícia Militar.

Pra terminar, recentemente o governo do estado tomou a iniciativa de decretar sigilo de 50 anos em registros policiais.

By Democratize on February 23, 2016.

Exported from Medium on September 23, 2016.

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